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terça-feira, 12 de maio de 2015

Rogue

Em 1987, alguns “Rogues” (pícaros) tiveram a ideia de fundar um “brewpub”. No ano seguinte a revolução cervejeira começou! O “pub– cervejaria” foi inaugurado no porão de uma casa, na cidade de Ashland (Estado de Oregon - EUA), As primeiras cervejas produzidas foram a American Amber e a Oregon Golden. O “pub-cervejaria” cresceu e logo os fundadores da “Rogue” começaram a procurar uma nova localidade, assim a “revolução cervejeira” poderia também crescer! Em fevereiro de 1989, um dos fundadores foi até a cidade de Newport, em busca do lugar perfeito para o segundo brewpub Rogue. Passeando na rua o “Rogue” conheceu a senhora Mo, dona de um pequeno restaurante.

Mo deu boas vindas ao visitante e em conversa confessou a ele seu sonho de morar acima de um bar. Mo tinha um enorme galpão, com três apartamentos, um deles vazio, além de uma garagem. O lugar era perfeito para um Rogue “BrewPub”!

A senhora ofereceu o espaço ao visitante, a um preço muito convidativo, sob 2 condições:
1 - “Alimente os pescadores”: Esta era a forma do Mo de retribuir à comunidade;
2 - “Mostre uma foto minha no bar, para sempre!” (a foto está exposta até hoje!)

Muitos clientes também ajudaram na construção das instalações. Uma verdadeira comunidade estava sendo criada. Muitos dos primeiros frequentadores têm seus nomes escritos em placas de aço expostas no bar até hoje. Assim começou a história das cervejas Rogue!

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

130 anos de Brandy Macieira

História
Em 1865, José Guilherme Macieira estabeleceu a sua empresa com o propósito de negociar
vinhos, destilados, azeites e vinagres.Vinte anos mais tarde, em 1885, a empresa deu início produção própria e lança o então chamado “conhaque MACIEIRA”.
A idéia de produzir um “conhaque” em Portugal foi de José Maria Macieira, filho do fundador,
que estudava enologia na França e que persuadiu o seu pai a dar início à produção e
comercialização de conhaques.



No início do século XX, MACIEIRA já simbolizava o conhaque e era a marca preferida do
“connaisseur”. No final da 2ª Grande Guerra, Portugal abastece a França, sem estoque de conhaque, iniciando a exportação de grandes quantidades, não só para França, como para o resto do mundo, incluindo Brasil.

Cronologia
1969, MACIEIRA assina contrato com a Seagram & Co;
1972, MACIEIRA é comprada pela Seagram & Co;
1985, MACIEIRA celebra o seu primeiro centenário com uma edição especial;
2001, o Grupo Pernod Ricard adquire a MACIEIRA;
2007, o ano em que a marca MACIEIRA chega aos 5 continentes;
2014, início da parceria com a importadora INTERFOOD;
2015, Macieira comemorará 130 anos.

MACIEIRA é uma aguardente vínica envelhecida naturalmente, resultante da destilação de vinhos selecionados. Após a destilação, a aguardente é homogeneizada em cubas, e depois envelhecida em barris de 196 litros e cascos de carvalho de 600 litros de capacidade, por um período mínimo de seis meses.

O processo de fabricação
Ao lote é adicionado água desmineralizada para a diminuição do teor alcoólico para 36%.
Segue-se a filtração e o engarrafamento. A unidade de produção é certificada pela Norma ISSO
9001-2000 e todo o processo de produção se desenvolve dentro deste âmbito e de acordo com
os requisitos e Diretivas da CE.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Pascal Jolivet


Técnicas como o uso de leveduras indígenas e de tanques de inox com temperatura controlada, colocaram em destaque os vinhos de Pascal Jolivet no cenário mundial.
Os vinhos de Pascal Jolivet conquistaram em 1995 e 1996 o título de “Vinhos Top 100 do Ano”, pela revista Wine Spectator.
Hoje Pascal Jolivet possui um total de 65 hectares, sendo 42 em Sancerre, 8 em Pouilly – Fumé e 15 em Touraine, além de uma nova vinícola em Sancerre.



A FILOSOFIA DE PASCAL JOLIVET
A filosofia da vinícola é fazer vinhos da forma mais natural possível, com a mínima influência do homem. A idéia é que a tecnologia, se mal empregada, pode “modificar” a matéria prima.
“Gostamos quando o potencial natural de nossa frutas de desenvolvem naturalmente, com o mínimo uso de conservantes e substâncias químicas. Controlamos a temperatura de fermentação para evitar a oxidação do mosto. Valentina, nossa mais jovem e talentosa enóloga, está muito “próxima da natureza”. Perfeccionista, ela foca na qualidade das uvas vindas de nossos vinhedos” 

                                                                                                                             (Pascal Jolivet)

Leon Beyer


Atualmente é dirigida por Léon Beyer e seu filho Marc.
A família Beyer produz vinhos em Eguisheim, região considerada o berço da vitivinicultura da Alsácia, desde 1580.
Os vinhos de Léon Beyer são feitos com uvas cultivadas nos melhores vinhedos em Eguisheim e possuem excelente reputação ao redor do mundo.
Os vinhos de Léon Beyer estão presentes nos mais sofisticados restaurantes do mundo e em quase todos os restaurantes “3 Estrelas Michelin” (o mais alto nível de qualidade segundo o guia francês Michelin).
Segundo Hugh Johnson, crítico inglês e um dos mais importantes do mundo, os vinhos de Léon Beyer são estruturados, amplos, secos, substanciais e ao mesmo tempo clássicos!
Léon Beyer é um apaixonado pela boa comida e está envolvido em todos os eventos de gastronomia em Paris.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Champagne ou Espumante?

Como Napoleão Bonaparte dizia: O Champagne, nas Vitórias é merecido, e nas derrotas é necessário.
A Champagne ou Espumante até hoje é associado a comemorações, datas especiais, celebrações e conquistas de uma forma geral.
Por ser uma bebida tão marcante, resolvemos mostrar algumas diferenças.

Comecemos com a primeira, o Champagne é o vinho espumante produzido na região da França que traz o mesmo nome. Os demais vinhos que apresentem borbulhas devem ser chamados de vinhos espumantes.

Partindo para a parte técnica, existem vinhos espumantes em praticamente todos os países produtores de vinhos, o que os diferenciam entre eles, são as uvas utilizadas, as regiões e as técnicas de elaboração, sendo que em todas o que se preserva é o gás carbônico produzido naturalmente durante a segunda fermentação.
 Por isso, esses vinhos contêm gás, na forma de pequenas bolhas, que trazem ao paladar uma sensação diferente e agradável. O gás carbônico resultado da fermentação natural, seja ela feita dentro da garrafa (Método champenoise) ou fora dela (Método Charmat).
As borbulhas de CO( gás carbônico) que se formam durante a segunda fermentação são denominadas “perlage”. O Perlage aparece quando o espumante é servido, quanto menor for o tamanho das bolhas, quanto mais tempo durarem e subirem de forma continua, melhor será o espumante que está em sua taça.

O método Champenoise foi desenvolvido na França, na região de Champagne, onde nasceu este vinho tão especial por suas bolhas e seu charme. Até hoje o método Champenoise é utilizado nas famosas casas francesas da região. Método também conhecido como “Tradicional” ou “Clássico”.
Não está reservado somente aos Champagnes o “Método Champenoise”, existem outras denominações de espumantes que também utilizam o método. Exemplos: Cava (Espanha), Franciacorta (Itália) e Crémant (França);

Lembrando que “TODO CHAMPAGNE É UM ESPUMANTE”, “MAS NEM TODO ESPUMANTE É UM CHAMPAGNE!”

O método Charmat é aquele no qual a segunda fermentação é realizada em tanques de grande porte, chamados autoclaves, essencialmente igual ao tradicional, porém utilizado para produção de espumantes mais frutados, leves e fáceis de beber, Um espumante muito conhecido produzido neste método é o Prosecco (Itália). 

Para os dias quentes, vinhos!

Festas, Calor, férias, piscina, praia, pode até ficar difícil de se imaginar tomando um vinho, logo que a preferência nacional é a cerveja, e neste período do ano, ela está em alta.

Com a chegada do verão próxima, gostaríamos de sugerir um desafio àqueles que não pensam em vinhos nos dias quentes, que neste período tenham novas experiências com vinhos diferentes dos que usualmente degustam.
Para facilitar o experimento, pensem no vinho como uma roupa, em dias quentes não se sai com casacos de lã, assim também é com o vinho, você encontra um vinho para cada ocasião.

Selecionamos alguns vinhos para os dias quentes do verão, estes irão harmonizar muito bem com pratos frescos e leves que fazem parte do cardápio desta estação, como irá acompanhá-lo na piscina e por que não na areia da praia.

Os vinhos para dias quentes precisam ter como determinante em suas características: uma boa acidez, leveza, vivacidade, frescor, taninos macios e leves, graduação alcoólica moderada, estas características se encontram nos vinhos brancos, roses, espumantes e até em vinhos tintos de menor concentração tânica.
Não esqueça que vinhos com estas características precisam ser servidos sempre em baixas temperaturas.  Segue a temperatura ideal de serviço de cada tipo de vinho:

Espumantes: 5ºC;
Brancos Doces: 6ºC;
Champagnes: 8ºC;
Brancos Secos e Leves: 9ºC;
Brancos Secos de Corpo Médio: 12ºC;
Brancos Secos Encorpados: 14ºC;
Rosés: 9 a 10ºC; e
Vinhos Tintos Leves: 12ºC.

Tenha uma nova experiência, não fique na imaginação, comece hoje a degustar um bom vinho branco, rose ou espumante, refresque-se e tenha ótimas celebrações!


Preparamos uma seleção para estes dias mais quentes! Confira e deguste depois nos conte a sua experiência. 

Harmonizações para as Festas de Fim de ano

Neste período temos a tarefa de eleger vinhos para harmonizar com as nossas típicas festas de fim de ano. Entre os pratos mais tradicionais das comemorações, deste período do ano, sem dúvida o peru assado é o mais consumido, embora as formas de cocção variem de região para região, ou, de família para família.

A ave assada com seus sabores de caráter marcado, ainda que não muito intensos, uma leve tendência ao doce, convidam à presença de tintos de média estrutura, com taninos bem resolvidos e acidez agradável, já com alguma complexidade, e que não tenha o calor alcoólico em excesso. Segue algumas opções de vinhos que irão acompanhar muito bem o prato tradicional: os vinhos a partir da uva Pinot Noir, principalmente se forem do Velho Mundo; de Portugal você poderá encontrar estas características nos vinhos da região do Douro; Já na Espanha você encontra belos exemplares da Rioja; Na Itália é na região Norte que terá boas opções.

As dúvidas começam quando começamos a falar dos acompanhamentos, que geralmente ficam entre castanhas cozidas ou glaçadas, frutas frescas e assadas, geléias, fios de ovos, farofas com frutas cristalizadas e muitas outras iguarias que começam a dificultar a harmonização com o vinho. Estes sabores mais para o adocicado desenvolvem uma parceria interessante com o peru assado, e surgem outras opções para se harmonizar o emblemático prato. Nesse caso, os vinhos precisam de equilíbrio entre maciez do álcool e da glicerina, triunfantes sobre a dureza dos taninos e da acidez. Estas frutas e castanhas apresentam "tendência ao doce", que aceitam um vinho com bom frescor, e a "doçura" propriamente dita, que requer um vinho já no mesmo nível de sensação de doçura. Resumindo, vinhos com estas características poderão ser encontrados em alguns tintos argentinos, chilenos e uruguaios  de Syrah, Pinot Noir ou Malbec, com dotes particulares de maciez alcoólico-glicérica, carregam bem esses sabores. No Novo Mundo, procure pelas linhas básicas ou intermediárias dos seus produtores prediletos para não arriscar em vinhos com maior potencia. Falando de brancos, a presença das frutas clama pela untuosidade e exuberância de um Chardonnay ou de um Viognier do Novo Mundo.

Toda passagem de ano merece ser celebrada com uma taça de vinho espumante na mão. Há quem prefira usá-lo já na ceia, nesta oportunidade procure por espumantes frutados, sem falar que é uma ótima ocasião para abrir seu Champagne que está guardada, e por fim poderá ter um belo vinho de sobremesa para acompanhar a parte realmente doce da ceia, ou então finalizar sua ceia com um Asti Spumante, que tem a essência do natal: doce, alegre e muito familiar.

Você pode encontrar todas estas opções na www.todovino.com.br
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